Nos conjuntos arquitetônicos localizados no bairro do Bodocongó, próximo ao Açude Velho, está sendo produzido software para a indústria de tecnologia do Brasil e do mundo, sendo empregada mão de obra qualificada, fornada por cientistas e alunos das universidades federal e estadual, envolvendo um contingente de 8.385 profissionais. Segundo informações de um guia de turismo, o estudante bolsista, chega a faturar mais de R$ 12.000,00 reais por mês, com a comercialização da produção recorde. Impressionante! É outro mundo.
Campina Grande teve muita sorte! Caruaru se perdeu ao longo do tempo, foi implacável com o município, em face de várias administrações públicas que não olhou para a cidade a não ser para seus próprios interesses financeiros e familiares, ficou arraigado na cultura de feiras e de mascate. Sem falar na produção de fibra ótica, inclusive, está sendo empregada em parte, na renovação da rede de Internet em Caruaru. Os asiáticos, norte-americanos, europeus estão a décadas levando a produção tecnológica de Campina Grande. É, moleza? Gigantes da tecnologia como SANSUNG, NOKIA, LG e outras multinacionais já estão instaladas por lá. Não existem parâmetros para comparação entre as duas cidades. O ex-presidente dos EUA Obama, disse uma frase muito interessante: “Não existe economia forte sem um berço na educação”.
(Professor Claudionor)












