Em Santa Cruz do Capibaribe, Felipe Monteiro de Melo, 24 anos, foi morto a tiros na tarde deste sábado (2) em frente ao Cemitério São Judas, no bairro São Cristóvão, em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco. Segundo a Polícia Militar, a vítima estava perto de um ponto de mototáxi.
O homem chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. Uma outra vítima também foi atingida trata-se de Marcos Henrique de Espíndola, 35 anos, também foi atingido e em seguida, levado para o Hospital Regional do Agreste (HRA) em Caruaru.
A motivação e a autoria do crime ainda são desconhecidas. A polícia ainda não sabe informar como o crime aconteceu. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Ainda em Santa Cruz do Capibaribe, uma mulher suspeita de tráfico de drogas foi detida na madrugada deste domingo (3) em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco. Segundo a Polícia Militar, a equipe recebeu informações de que no bairro Nova Santa Cruz estaria ocorrendo uma comercialização de drogas dentro de uma residência.
Ainda conforme a PM, dentro da casa foram encontradas cinco embalagens com maconha, pesando no total cinco quilos e diversos celulares.
Taquaritinga do Norte, um jovem de 21 anos morreu em um acidente de motocicleta na madrugada deste domingo (3). Segundo a Polícia Militar, a vítima perdeu o controle do veículo e bateu em uma pedra localizada em uma das curvas.
Ainda de acordo com a PM, a vítima morreu no local. A Polícia Civil investigará a causa do acidente. O corpo do motociclista foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.
Na capital do Agreste, foi preso na tarde deste domingo (03) Aldemir Soares, suspeito de matar o segurança Jeans Carlos Pereira da Silva, 32 anos, na manhã do sábado (02), na porta de uma boate na Rua da Má Fama.
A prisão aconteceu pela equipe da Força Tarefa da Polícia. O suspeito se apresentou na delegacia acompanhado do advogado e negou participação no crime. A prisão provisória tem prazo de 30 dias e caso não exista evidência que ele é o culpado será solto pela justiça.












