Coluninha indiscreta. Por Carlos Pinheiro.

Já vimos de tudo, mas, no mundo doido, ainda cabe mais esquisitices. Assustes com contenção de expressão, pois poderás ser acusado de homofobia. Não esqueças de que estamos na glamorização do esquisito, ou do diferente. O anormal é ser normal. Coisa que nem psiquiatra consegue explicar pra nossa mente “atrasada e preconceituosa”. Sorria como se você fosse moderno e do tipo que aceita tudo que é metamorfose. No mais, vá sorrindo, fingindo ser “pra frente”, aceitando tudo que dizem para você aceitar. A hipocrisia triunfará, assim como os cangaceiros de Lampião esmagaram o exército romano de Caio, Júlio e César, a trinca gay. E ninguém tem nada com isso. (Homi, deixa de corromper a história e entra no texto). É meu censor intelectual. Um chato!
Pois Bem. Vamos à manchete e ao fato.


A halterofilista Laureal Hubbard abandonou o sonho olímpico após sofrer fissura no testículo, provocado por levantamento de peso em excesso. A atleta nasceu macho, mas, para insultar Damares Alves, assumiu seu lado masculino, mudou sua identidade e competiria como homem no halterofilismo olímpico.
– Ai, meu cunhão! – gritou a mulher ao sentir lancinante fisgada muscular, se é que testículo é músculo. Arremessou a maromba ao chão, levou a mão à área dolorida e fez aquela cara de pavor – Cadê a minha mãe? – que o homem faz quando atingido por meteoro. E está fora das olimpíadas de Tóquio.
A aceitação de tudo que nos impõem como normal está afetando, principalmente, as competições esportivas. Pode uma “nadadora” que nasceu homem, tem corpo de homem, hormônios de homem, competir com menininhas fêmeas lindas, de cabelo de trança, batom nos beiços e peitinhos naturais apontando à linha do horizonte? É desleal. (Homi, volta ao texte. Deixa os peitinhos das meninas…) Chato! Nem falei das coxas das jogadoras do voleibol.
Pois, bem.


Com a imposição da aceitação do politicamente correto de tudo que nos dizem ser normal, e anormal, nos deparamos com problemas surgidos com os personagens da nova história binária do feminino e do masculino, e surgem dúvidas. Você aceitaria que sua filha, fêmea, fosse ao banheiro feminino com um ser trans que nasceu macho, mas se comporta como mulher, e traz entre as pernas o mastro da independência? Deixa-la-ia dormir com essa coleguinha, mesmo tendo apenas 14 aninhos? E os banheiros devem ser, obrigatoriamente, masculino, feminino e esquisito? É complicado. Devemos respeitar todos os comportamentos, desde que se posicionem claramente que espaço deve ocupar, já que o homem sabe do seu lugar, a mulher sabe onde é o seu, e os esquisitos que se revelem sem querer usurpar os direitos dos machos e fêmeas. Pela glamorização LGBTz+ ser hétero será criminalizado. Já estão mudando até a linguagem: todos passará ser todes, querido/querida passará a ser querides, professorus, argentines, amigues. Tudo frescura em ameaça ao feminino e ao masculino. Agora vai ser moda não ser Ele nem Ela, nem por isso ser homossexual. Vale chamar de Mãe de Pantanha? O facebook registra 52 gêneros diferentes de seres sexuais, ainda sem nomes. Melhor chamar de esquisito. Esquisito é ser raro, precioso, fino, desconhecido, estranho, exótico… Pronto. A Coluninha acaba de batizar os “outros”. Queremos direito autoral.


O Ministro Gilmar Mendes determinou que o SUS aceite a qualificação de gênero declarado pelo usuário, seja lá qual for. Imagine uma “mulher” bonita, maquiada, com brinco espanhola, batom, cabelo chapinha, chegando ao ginecologista dizendo que está com dores no baixo ventre. O doutor determina tirar a roupa e se deitar na cama para exame. Daí, ao abrir as pernas da “mulher”, em vez da natural caverna do prazer, encontra um ninho do urubu com o papo inchado. Que susto!Pelo SUS, as mulheres poderão fazer até cirurgia de fimose.
Imaginem outro macho trans vestido de mulher, maquiado, penteado de mulher, com charme e beleza de mulher vai ao urologista e, após ser examinada, pergunta qual a doença que ela tem e o doutor responde: “Minha senhora, lamento informar que a senhora tem câncer de próstata”.


Melhor refletir sobre a precaução do famoso filósofo sueco dos aveloses, Sir Solrac Oriehnip: “Mesmo quando a pandemia acabar, melhor permanecer na prisão domiciliar, longe de todos. Vai que criam o velho bengala. Aquele que anda sempre com uma, não necessariamente à mão. Vôte”!
Vê se pode?!

Comentários do Facebook