Não; o tema acima não se refere exatamente ao utópico e alardeado benefício com o qual os governos brasileiros conseguiram ludibriar o cidadão comum prometendo casas e concretamente só levaram vantagens os bancos, as construtoras e os políticos da vez que entregaram imóveis de má qualidade, com rachaduras, vazamentos, etc. para ganhar fama e notoriedade, pois sabem que: “com pão e bolo se engana os tolos”.
Não simpatizo com esses tipos de projetos governamentais porque na verdade entregam migalhas aos necessitados e “puxam brasa para sua sardinha”, pois, sem corrupção as verbas seriam aplicadas corretamente e não se precisaria dessas esmolas, o salário mínimo cobriria tudo necessário basicamente, como manda a Constituição. Mas, sabe-se que o valor de R$954 é ridículo e não se pode viver dignamente.
No entanto, são os mais privilegiados financeiramente que são mais egoístas e gananciosos. Já têm bens com fartura, mas implicam em não ceder nada em prol do povo tão sofrido, enganado e pacato nesse país.
Dos três Poderes dessa República o Judiciário é o único que ainda mantém uma certa confiança da sociedade, talvez devido à algumas figuras proeminentes da justiça, porém com o caso que veio à tona, do auxílio moradia que recebe o pessoal do alto escalão, embora não haja necessidade, quando têm residências excelentes e à escolha, deparou-se a população com mais privilégios que ferem a legalidade no desrespeito aos direitos humanos. Pior foram as declarações de certos magistrados defendendo seus interesses numa conduta antiética e repudiante. Eles seriam os primeiros a dar exemplo de altruísmo, mas preferem mais um acinte ao cidadão que luta pela sobrevivência. Escreveriam seus nomes na História como defensores do Bem, da Moral e dos bons costumes. Em quem depositar a confiança nesse cenário de Legislativo, Executivo e Judiciário apenas pensando e executando vantagens somente para os mais favorecidos e da panelinha amiga?
Com tristeza verificamos os desmandos em todos os poderes. Infelizmente.












